Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Dezembro 2010)
_____________________
Grupo I
1.1. As variáveis demográficas que intervêm directamente no Crescimento Efectivo da população de um país são a Natalidade, a Mortalidade, a Imigração e a Emigração.
( 2,5 p x 4 = 10 pontos)
1.2. III – D
(5 pontos)
2.1. Entre 1960 e 2001 as principais diferenças na estrutura etária da população portuguesa são:
- a diminuição da natalidade e consequentemente a diminuição do grupo dos Jovens;
- o aumento da esperança média de vida e consequentemente o aumento da percentagem de Idosos;
(10+10= 20 pontos)
2.2. A população com 65 e mais anos assume um peso significativo na população portuguesa em 2001 devido às melhorias de qualidade de vida das pessoas e evolução na medicina que contribuem para um aumento da esperança média de vida.
(10+10= 20 pontos)
2.3. Três problemas sociodemográficos resultantes da estrutura etária em 2001 são:
- aumento da carga fiscal para fazer face às despesas com pensões;
- diminuição da população activa e aumento da sua idade o que implica numa redução de produtividade;
- aumento da idade da reforma;
(10+10+10 = 30pontos)
2.4. Desde meados da década de 70 a 1980 que a taxa de natalidade aumentou como se pode ver na pirâmide etária de 2001 em que as classes etárias dos indivíduos com 30 a 34 anos é superior à de 25 – 29 anos. Isto deveu-se ao regresso dos portugueses das ex-colónias e a um aumento da taxa de natalidade.
De 1980 a 2001, a taxa de natalidade tem diminuído como se pode constatar pelas primeiras classes etárias ( 0-4 anos; 5-9 anos; 10-14 anos; 15-19 anos) que são classes ocas. Esta diminuição da taxa de natalidade deve-se à diminuição da taxa de fecundidade e ao nascimento do primeiro filho ser cada vez mais tarde.
(10+10= 20 pontos)
3.1. Na Região Norte a população activa que trabalha no sector secundário em 2001 era cerca de 45% enquanto a média nacional é aproximadamente 35%, sendo a região que maior valor apresenta. Pelo contrário, a região que menos valor apresenta é a região dos Algarve com apenas 20%.
(5 pontos)
3.2. Na região do Algarve o sector que tem mais população activa é o sector terciário associado ao Turismo.
(10 pontos)
3.3. A população activa portuguesa apresenta baixos níveis de qualificação o que afecta o seu desempenho profissional. A pouca preparação dos trabalhadores impede-os de mudarem de actividade e são pouco receptivos às mudanças associadas às novas tecnologias o que se vai reflectir na pouca modernização de alguns sectores e consequentemente baixa produtividade.
(20 pontos)
Grupo II
1.1.1. A Emigração portuguesa traz consequências na distribuição da população portuguesa uma vez que saiem sobretudo do interior do país, havendo um despovoamento do interior e ficando aí predominantemente os idosos. Por outro lado, ao saírem sobretudo os mais jovens, diminui a taxa de natalidade podendo ocorrer saldos naturais negativos.
(20 pontos)
1.1.2.A litoralização da população portuguesa – concentração da população na faixa litoral (do Minho a Lisboa) resulta, por um lado, do êxodo rural ( saída de pessoas do interior – campos para as grandes cidades do litoral) e por outro lado ao fenómeno da Imigração. Quando chegam, os imigrantes tendem a fixar-se onde há mais oferta de emprego contribuindo para o aumento da densidade populacional no litoral.
(20 pontos)
1.2. A população é atraída para o litoral devido:
- maiores ofertas de emprego e oportunidades;
- maior acessibilidade;
- mais serviços e maior diversidade;
- existência de alguns serviços específicos só nas grandes cidades que se localizam no litoral predominantemente;
(20 pontos)
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Correcção Teste Geografia - 10º ano - Dezembro 2010
Etiquetas:
Correcção de Testes
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Correcção Teste GEOGRAFIA A -10º ano (2010 / 2011)
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO GEOGRAFIA – 10º ANO (Outubro 2010)
GRUPO I (8 valores)
(TESTE A) / (TESTE B)
1.1.
a) Falsa / Verdadeira
b) Falsa / Verdadeira
c) Falsa / Verdadeira
d) Verdadeira / Falsa
1.2.
a) ….. menor …..
b) ….. maior …..
c) ….. gráficas
d) (TESTE B) …… … mapa 1….
2.
2.1. (MESMA RESPOSTA TESTE A e B)
1. Portugal Continental
2. Açores
3. Madeira
4. Oeste
5. Sudoeste (SO)
6. Oeste
7. Madeira
8. Sudoeste (SO)
9. 38º N
10 42º N
11. 7º O
12. 8º O
13. 600 Km
14. 200 Km
15. 800 Km
a) Açores
2.2. (TESTE A/ TESTE B)
Lugar A ………40º N; 15º O …….. Lugar C
Lugar B …………40º N, 20º O ……….. Lugar A
Lugar C …………30º N; 20º O ……….. Lugar B
GRUPO II (12 valores)
1. (TESTE A/ TESTE B)
1.1. b) ….. a )
1.2. c) ….. a)
1.3. c) ….. c)
1.4. a) ….. d)
2.
2.1. c) ….. b )
2.2. a) ….. d )
2.3. d) ….. a)
2.4. d) ….. d)
3.
3.1.
O gráfico evidencia a previsão de um crescimento contínuo e a um ritmo elevado da percentagem da população idosa elevado entre 2000 e 2050.
3.2.
Dois dos factores que podem explicar o decréscimo de percentagem de jovens na população portuguesa são:
- Diminuição da taxa de natalidade ( com a consequente diminuição da fecundidade que conduz à incapacidade de se dar a renovação de gerações, ao envelhecimento da população e ao declínio demográfico);
- Redução da taxa de mortalidade e ao aumento da esperança média de vida que reforça o peso percentual dos idosos, diminuindo assim a proporção de jovens e dos escalões etários em idades de procriar ( com maior fecundidade)
3.3.
Com o acentuar do envelhecimento da população portuguesa emergem problemas com reflexos relevantes na vida do país:
- diminuição da taxa de natalidade;
- diminuição da população activa;
- diminuição do espírito empreendedor, de inovação e modernização;
- diminuição da produtividade económica;
- aumento do índice de dependência de idosos, o que aumenta os encargos financeiros a suportar pela população activa;
- aumento dos encargos sociais com reformas, pensões e assistência médica;
- dificuldades financeiras para a Segurança Social – o número de contribuintes será menor que o número de beneficiários;
3.4.
Quando nos referimos ao duplo envelhecimento, referimo-nos às alterações da estrutura etária de uma população que se traduz numa diminuição da população jovem e num aumento da população idosa. Como para a análise da estrutura etária recorremos às pirâmides etárias, referimo-nos também, neste caso, ao envelhecimento da base ( quando se regista um decréscimo de jovens) e a um envelhecimento no topo ( aumento da proporção de idosos).
4.
4.1.
O Índice de Envelhecimento(IE) corresponde ao número de idosos por 100 jovens. (População com mais de 65 anos / população com menos de 15 anos) * 100
4.2.
O IE em Portugal, tem aumentado de forma contínua e a um ritmo elevado nos últimos anos. Estando em comparação no gráfico dois anos consecutivos, verificamos que de 2004 para 2005 registou-se um aumento do IE, de 109 para 110.
4.3.
4.3.1.
As regiões com maior índice de envelhecimento são as regiões do Alentejo e do Centro
4.3.2.
As regiões com menor índice de envelhecimento são as regiões Norte e regiões Autónomas
4.4.
As regiões que apresentam maiores Índices de Envelhecimento devem esses valores sobretudo à baixa taxa de natalidade e nas áreas mais interiores, aos fluxos migratórios, internos e externos, que subtraem a essas regiões população jovem e em idade fértil.
As regiões de menores Índices de Envelhecimento apresentam significativo dinamismo demográfico, os maiores valores de população em idade fértil, contribuem para o aumento da taxa de natalidade e para a maior proporção de população jovem.
5.
5.1.
A pirâmide etária da população portuguesa há 50 anos, era larga ( população jovem) e o topo era estreito. Hoje, a base da pirâmide etária e estreita e o topo é largo ( maior proporção d e idosos do que jovens).
5.2.
Há 50 anos era uma população Jovem. Hoje é uma população envelhecida.
5.3.
A estrutura etária tem vindo a envelhecer devido à diminuição da taxa de natalidade ( devido à emancipação da mulher e vulgarização de métodos anticoncepcionais) e ao aumento da esperança média de vida (devido às melhores condições de vida).
5.4.
54% da população refere-se à classe dos adultos dos 25 anos aos 49 anos ( portanto a classe mais representativa) porque, por um lado as taxas de natalidade entre 1950 e 1975 eram elevadas e, por outro lado porque que são também as idades dos jovens imigrantes.
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO GEOGRAFIA – 10º ANO (Outubro 2010)
GRUPO I (8 valores)
(TESTE A) / (TESTE B)
1.1.
a) Falsa / Verdadeira
b) Falsa / Verdadeira
c) Falsa / Verdadeira
d) Verdadeira / Falsa
1.2.
a) ….. menor …..
b) ….. maior …..
c) ….. gráficas
d) (TESTE B) …… … mapa 1….
2.
2.1. (MESMA RESPOSTA TESTE A e B)
1. Portugal Continental
2. Açores
3. Madeira
4. Oeste
5. Sudoeste (SO)
6. Oeste
7. Madeira
8. Sudoeste (SO)
9. 38º N
10 42º N
11. 7º O
12. 8º O
13. 600 Km
14. 200 Km
15. 800 Km
a) Açores
2.2. (TESTE A/ TESTE B)
Lugar A ………40º N; 15º O …….. Lugar C
Lugar B …………40º N, 20º O ……….. Lugar A
Lugar C …………30º N; 20º O ……….. Lugar B
GRUPO II (12 valores)
1. (TESTE A/ TESTE B)
1.1. b) ….. a )
1.2. c) ….. a)
1.3. c) ….. c)
1.4. a) ….. d)
2.
2.1. c) ….. b )
2.2. a) ….. d )
2.3. d) ….. a)
2.4. d) ….. d)
3.
3.1.
O gráfico evidencia a previsão de um crescimento contínuo e a um ritmo elevado da percentagem da população idosa elevado entre 2000 e 2050.
3.2.
Dois dos factores que podem explicar o decréscimo de percentagem de jovens na população portuguesa são:
- Diminuição da taxa de natalidade ( com a consequente diminuição da fecundidade que conduz à incapacidade de se dar a renovação de gerações, ao envelhecimento da população e ao declínio demográfico);
- Redução da taxa de mortalidade e ao aumento da esperança média de vida que reforça o peso percentual dos idosos, diminuindo assim a proporção de jovens e dos escalões etários em idades de procriar ( com maior fecundidade)
3.3.
Com o acentuar do envelhecimento da população portuguesa emergem problemas com reflexos relevantes na vida do país:
- diminuição da taxa de natalidade;
- diminuição da população activa;
- diminuição do espírito empreendedor, de inovação e modernização;
- diminuição da produtividade económica;
- aumento do índice de dependência de idosos, o que aumenta os encargos financeiros a suportar pela população activa;
- aumento dos encargos sociais com reformas, pensões e assistência médica;
- dificuldades financeiras para a Segurança Social – o número de contribuintes será menor que o número de beneficiários;
3.4.
Quando nos referimos ao duplo envelhecimento, referimo-nos às alterações da estrutura etária de uma população que se traduz numa diminuição da população jovem e num aumento da população idosa. Como para a análise da estrutura etária recorremos às pirâmides etárias, referimo-nos também, neste caso, ao envelhecimento da base ( quando se regista um decréscimo de jovens) e a um envelhecimento no topo ( aumento da proporção de idosos).
4.
4.1.
O Índice de Envelhecimento(IE) corresponde ao número de idosos por 100 jovens. (População com mais de 65 anos / população com menos de 15 anos) * 100
4.2.
O IE em Portugal, tem aumentado de forma contínua e a um ritmo elevado nos últimos anos. Estando em comparação no gráfico dois anos consecutivos, verificamos que de 2004 para 2005 registou-se um aumento do IE, de 109 para 110.
4.3.
4.3.1.
As regiões com maior índice de envelhecimento são as regiões do Alentejo e do Centro
4.3.2.
As regiões com menor índice de envelhecimento são as regiões Norte e regiões Autónomas
4.4.
As regiões que apresentam maiores Índices de Envelhecimento devem esses valores sobretudo à baixa taxa de natalidade e nas áreas mais interiores, aos fluxos migratórios, internos e externos, que subtraem a essas regiões população jovem e em idade fértil.
As regiões de menores Índices de Envelhecimento apresentam significativo dinamismo demográfico, os maiores valores de população em idade fértil, contribuem para o aumento da taxa de natalidade e para a maior proporção de população jovem.
5.
5.1.
A pirâmide etária da população portuguesa há 50 anos, era larga ( população jovem) e o topo era estreito. Hoje, a base da pirâmide etária e estreita e o topo é largo ( maior proporção d e idosos do que jovens).
5.2.
Há 50 anos era uma população Jovem. Hoje é uma população envelhecida.
5.3.
A estrutura etária tem vindo a envelhecer devido à diminuição da taxa de natalidade ( devido à emancipação da mulher e vulgarização de métodos anticoncepcionais) e ao aumento da esperança média de vida (devido às melhores condições de vida).
5.4.
54% da população refere-se à classe dos adultos dos 25 anos aos 49 anos ( portanto a classe mais representativa) porque, por um lado as taxas de natalidade entre 1950 e 1975 eram elevadas e, por outro lado porque que são também as idades dos jovens imigrantes.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Maio 2010)
Grupo I
1. Os efeitos do processo de reflexão e absorção atmosférica são:
- Manter o equilíbrio térmico da Terra – uma parte da energia é reflectida pela atmosfera (para que a Terra não receba a totalidade de energia solar) e uma parte é absorvida para que a Terra não arrefeça muito;
Quando há muita nebulosidade ( como o representado na figura 2), o efeito de estufa é potenciado por esse facto e faz com que a atmosfera absorva mais energia e haja um aumento da temperatura média, redução da radiação ultra violeta e redução solar que atinge a superfície terrestre.
2. Em latitude a quantidade de energia recebida por unidade de superfície diminui porque:
- é menor o ângulo de incidência;
- a massa de ar atmosférica atravessada é maior;
- a desigualdade da duração do dia e da noite;
- variação da intensidade da radiação solar incidente / unidade de superfície;
3. Nas áreas florestais a absorção da radiação solar é maior que nas áreas cobertas de neve porque o albedo é menor, isto é, há menor reflexão da radiação solar nas áreas florestais do que nas áreas cobertas de neve.
Grupo II
a) O Efeito de estufa assume um papel muito importante para a vida no Planeta pois, se não existisse, o arrefecimento do Planeta seria tão intenso, sobretudo à noite, que o tornaria inabitável. É um processo natural que evita que a temperatura diminua muito à noite.
b) Sendo o efeito de Estufa o aquecimento das baixas camadas da atmosfera (e, portanto, necessário), quando se aumentam os gases e outras substâncias poluidoras, estes provocam um aumento progressivo da temperatura do Globo. Se continuar aumentar a temperatura média global poderão ocorrer degelos e consequente subida do nível médio das águas do mar.
Grupo III
1 a) O período seco estival é o período em que os rios têm menor caudal ( no Verão, normalmente) devido a temperaturas mais elevadas e pouca ou mesmo ausente precipitação.
1 b) O período seco estival obriga a um maior consumo das reservas hídricas já que não são repostas, naturalmente, as quantidades de água.
2) “No Norte do país, a rede hidrográfica é (a) mais densa, os rios apresentam (b) maior declive ao longo do seu percurso e escoam em vales (c)mais profundos. No Sul, o relevo (d) mais aplanado faz com que os cursos de água tenham percursos com (e) menor declive e escoem em vales mais (f) abertos.
3.1. Junto à nascente de um rio predomina a acção de desgaste, no curso intermédio predomina a acção de transporte e junto à foz predomina a acção de acumulação.
3.2. O vale que pode estar associado ao curso inferior de um rio é o vale C que é um vale largo e muito pouco encaixado ou seja um vale aberto, plano ou caleira aluvial.
3.3. No curso inferior o vale é mais aberto porque o declive é fraco, provocando uma diminuição das acções de desgaste e de transporte de sedimentos.
3.4. Em A é um vale em “V” fechado de um curso superior do rio;
Em B é um vale em “U” de um curso intermédio;
Em C é um vale aberto, plano ou caleira de um curso inferior.
4.1. Um aquífero é uma formação geológica que permite a circulação e armazenamento de água nos seus espaços vazios, possibilitando o aproveitamento pelo Homem.
4.2. Os aquíferos, em relação ás àgua superficiais, estão mais protegidos da poluição e não sofrem evaporação.
4.3. A intensa exploração dos aquíferos pode provocar a progressiva salinização destes ( se se localizarem junto ao litoral) e podem também estar sujeitos ao esgotamento periódico ( sobretudo no Verão).
4.4. Algumas medidas que visam responsabilizar e sensibilizar a população para a preservação da água são, por exemplo:
- só ligarem as máquinas de lavar roupa e louça quando carregadas no seu limite máximo;
- tomar duche em vez de banho de imersão;
- as regas de jardins / quintais serem nas horas de menor calor;
- nos equipamentos urbanos quando se utilizar água que sejam circuitos fechados e de pouco consumo de água;
- utilizarem dispositivos nos autoclismos de descargas menores;
- utilizar torneiras de baixo consumo;
5.a) Algumas das vantagens das construções de barragens para além da reserva hídrica que permite aumentar as disponibilidades hídricas, é a possibilidade de se produzir energia hidroeléctrica, criar novos tipos de turismo para as áreas envolventes, aumentar o espaço de rega, entre outras.
5.b) Uma desvantagem da construção de barragens pode ser, por exemplo, a necessidade de se deslocar povoações pela submersão de áreas ou alterar o microclima da região envolvente pondo em perigo alguns habitats de fauna e flora locais.
6.
1 – B
2 – B
3 – D
4 – C
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Maio 2010)
Grupo I
1. Os efeitos do processo de reflexão e absorção atmosférica são:
- Manter o equilíbrio térmico da Terra – uma parte da energia é reflectida pela atmosfera (para que a Terra não receba a totalidade de energia solar) e uma parte é absorvida para que a Terra não arrefeça muito;
Quando há muita nebulosidade ( como o representado na figura 2), o efeito de estufa é potenciado por esse facto e faz com que a atmosfera absorva mais energia e haja um aumento da temperatura média, redução da radiação ultra violeta e redução solar que atinge a superfície terrestre.
2. Em latitude a quantidade de energia recebida por unidade de superfície diminui porque:
- é menor o ângulo de incidência;
- a massa de ar atmosférica atravessada é maior;
- a desigualdade da duração do dia e da noite;
- variação da intensidade da radiação solar incidente / unidade de superfície;
3. Nas áreas florestais a absorção da radiação solar é maior que nas áreas cobertas de neve porque o albedo é menor, isto é, há menor reflexão da radiação solar nas áreas florestais do que nas áreas cobertas de neve.
Grupo II
a) O Efeito de estufa assume um papel muito importante para a vida no Planeta pois, se não existisse, o arrefecimento do Planeta seria tão intenso, sobretudo à noite, que o tornaria inabitável. É um processo natural que evita que a temperatura diminua muito à noite.
b) Sendo o efeito de Estufa o aquecimento das baixas camadas da atmosfera (e, portanto, necessário), quando se aumentam os gases e outras substâncias poluidoras, estes provocam um aumento progressivo da temperatura do Globo. Se continuar aumentar a temperatura média global poderão ocorrer degelos e consequente subida do nível médio das águas do mar.
Grupo III
1 a) O período seco estival é o período em que os rios têm menor caudal ( no Verão, normalmente) devido a temperaturas mais elevadas e pouca ou mesmo ausente precipitação.
1 b) O período seco estival obriga a um maior consumo das reservas hídricas já que não são repostas, naturalmente, as quantidades de água.
2) “No Norte do país, a rede hidrográfica é (a) mais densa, os rios apresentam (b) maior declive ao longo do seu percurso e escoam em vales (c)mais profundos. No Sul, o relevo (d) mais aplanado faz com que os cursos de água tenham percursos com (e) menor declive e escoem em vales mais (f) abertos.
3.1. Junto à nascente de um rio predomina a acção de desgaste, no curso intermédio predomina a acção de transporte e junto à foz predomina a acção de acumulação.
3.2. O vale que pode estar associado ao curso inferior de um rio é o vale C que é um vale largo e muito pouco encaixado ou seja um vale aberto, plano ou caleira aluvial.
3.3. No curso inferior o vale é mais aberto porque o declive é fraco, provocando uma diminuição das acções de desgaste e de transporte de sedimentos.
3.4. Em A é um vale em “V” fechado de um curso superior do rio;
Em B é um vale em “U” de um curso intermédio;
Em C é um vale aberto, plano ou caleira de um curso inferior.
4.1. Um aquífero é uma formação geológica que permite a circulação e armazenamento de água nos seus espaços vazios, possibilitando o aproveitamento pelo Homem.
4.2. Os aquíferos, em relação ás àgua superficiais, estão mais protegidos da poluição e não sofrem evaporação.
4.3. A intensa exploração dos aquíferos pode provocar a progressiva salinização destes ( se se localizarem junto ao litoral) e podem também estar sujeitos ao esgotamento periódico ( sobretudo no Verão).
4.4. Algumas medidas que visam responsabilizar e sensibilizar a população para a preservação da água são, por exemplo:
- só ligarem as máquinas de lavar roupa e louça quando carregadas no seu limite máximo;
- tomar duche em vez de banho de imersão;
- as regas de jardins / quintais serem nas horas de menor calor;
- nos equipamentos urbanos quando se utilizar água que sejam circuitos fechados e de pouco consumo de água;
- utilizarem dispositivos nos autoclismos de descargas menores;
- utilizar torneiras de baixo consumo;
5.a) Algumas das vantagens das construções de barragens para além da reserva hídrica que permite aumentar as disponibilidades hídricas, é a possibilidade de se produzir energia hidroeléctrica, criar novos tipos de turismo para as áreas envolventes, aumentar o espaço de rega, entre outras.
5.b) Uma desvantagem da construção de barragens pode ser, por exemplo, a necessidade de se deslocar povoações pela submersão de áreas ou alterar o microclima da região envolvente pondo em perigo alguns habitats de fauna e flora locais.
6.
1 – B
2 – B
3 – D
4 – C
domingo, 11 de abril de 2010
Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Março 2010)
Nota: Na correcção atenta à versão do teste ( Versão A refere-se ao teste que apresenta as pirâmides etárias na ordem A – B – C; Versão B refere-se ao teste que apresenta as pirâmides etárias na ordem C – A – B)
Versão A
Grupo I
1.1. B (1960), C (1981), A (2001)
1.2. a) B
b)A
c) B
d) B
e) A
f) A
g) A
1.3. A população tem vindo a envelhecer fruto da menor taxa de natalidade e aumento da esperança média de vida.
2.1. c)
2.2. c)
2.3. d)
2.4. a)
2.5. b)
Grupo II
1.
Há uma necessidade urgente de se potenciar os recursos energéticos por um lado pelo aumento do consumo de energia e esgotamento das reservas de energias fósseis e por outro pela poluição ambiental.
Não é verdade que a utilização das energias renováveis não seja rentável e que haja dificuldade ao nível de produção mas ainda não é muito utilizada.
2.
2.1. Quanto maior o ângulo de incidência (90º) menor a massa atmosférica atravessada ( 1,00). Para um menor ângulo de incidência (0º), maior massa atmosférica (35,50).
2.2.
2.2.1.
a) Equador
b) Equador
c) Pólo Norte
d) Pólo Norte
e) Equador
2.2.2.
a) É no Equador que os raios solares incidem sempre na vertical fazendo um ângulo de 90º
b) Quanto maior o ângulo de incidência, menor área receptora de energia e isso acontece no Equador
c) No Equador é sempre 12 horas de dia natural e no Pólo Norte o dia natural é menor devido à inclinação do eixo terrestre
d) No Pólo Norte há uma menor concentração de energia por unidade de superfície porque devido à inclinação dos raios solares a área receptora é maior e a concentração de energia é menor.
e)É no equador que a temperatura é mais elevada porque há menor área receptora.
Grupo III
1.
O ciclo hidrológico é um sistema fechado porque a água que se evapora dos oceanos e cai nos continentes sob a forma de precipitação, volta para os oceanos por escorrência, por engrossar os caudais dos rios e pela evapotranspiração dos animais e plantas.
2.
2.1. O Centro refere-se a um Centro de Altas Pressões
2.2. É um centro de Altas pressões porque o ar é descendente e divergente conforme ilustra o esquema.
2.3. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte.
2.4. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte porque o ar desloca-se para a direita.
3.
3.1. Nº 1- Ventos Alíseos do Norte e do Sul
Nº 2 – Ventos de Oeste do Norte e do Sul
3.2. X – Centros Baixas Pressões Equatoriais
Y- Centros Altas Pressões Tropicais
3.3. Os Ventos Alíseos sopram dos centros de Altas Pressões Tropicais para os centros de Baixas Pressões Equatoriais. No Hemisfério Norte são Alíseos do Norte e deslocam-se para a direita devido à força de Coriolis e no Hemisfério Sul são Alíseos do Sul e deslocam-se para a esquerda devido à força de Coriolis.
4.
4.1.
a) F
b)V
c)V
d)F
e)F
f)F
g)V
h)V
i)F
j)F
4.2.
a) A Pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre a superfície ( por unidade de superfície).
d) À medida que a temperatura aumenta a pressão diminui.
e) Os centros de baixa pressão….. pressão diminui da periferia para o centro
f) Nas altas Pressões… é mais leve ….
i) As baixas …. Aquecimento ….
j) os ventos alíseos…. Das altas pressões tropicais para as baixas pressões equatoriais.
5.
5.1.
1- superfície frontal quente
2- frente quente
3- massa de ar frio anterior
4- massa ar quente
5- massa de ar frio posterior
6- superfície frontal fria
7- frente fria
5.2.
O Tempo no lugar A será céu nublado, chuviscos, progressivo aumento temperatura e vento fraco
5.3. O Lugar A está sob a influência da frente quente.
5.4. Nos próximos dias o céu será limpo ou pouco nublado, curtos períodos de chuviscos, temperatura elevada e vento fraco
Versão B
Grupo I
1.1.A (1960), B(1981), C (2001)
1.2. a) A
b)C
c) A
d) A
e) C
f) C
g) C
1.3. A população tem vindo a envelhecer fruto da menor taxa de natalidade e aumento da esperança média de vida.
2.1. b)
2.2. c)
2.3. c)
2.4. a)
2.5. d)
Grupo II
1.
Há uma necessidade urgente de se potenciar os recursos energéticos por um lado pelo aumento do consumo de energia e esgotamento das reservas de energias fósseis e por outro pela poluição ambiental.
Não é verdade que a utilização das energias renováveis não seja rentável e que haja dificuldade ao nível de produção mas ainda não é muito utilizada.
2.
2.1. Quanto maior o ângulo de incidência (90º) menor a massa atmosférica atravessada ( 1,00). Para um menor ângulo de incidência (0º), maior massa atmosférica (35,50).
2.2.
2.2.1.
a) Equador
b) Equador
c) Pólo Norte
d) Pólo Norte
e) Equador
2.2.2.
a) É no Equador que os raios solares incidem sempre na vertical fazendo um ângulo de 90º
b) Quanto maior o ângulo de incidência, menor área receptora de energia e isso acontece no Equador
c) No Equador é sempre 12 horas de dia natural e no Pólo Norte o dia natural é menor devido à inclinação do eixo terrestre
d) No Pólo Norte há uma menor concentração de energia por unidade de superfície porque devido à inclinação dos raios solares a área receptora é maior e a concentração de energia é menor.
e)É no equador que a temperatura é mais elevada porque há menor área receptora.
Grupo III
1.
O ciclo hidrológico é um sistema fechado porque a água que se evapora dos oceanos e cai nos continentes sob a forma de precipitação, volta para os oceanos por escorrência, por engrossar os caudais dos rios e pela evapotranspiração dos animais e plantas.
2.
2.1. O Centro refere-se a um Centro de Altas Pressões
2.2. É um centro de Altas pressões porque o ar é descendente e divergente conforme ilustra o esquema.
2.3. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte.
2.4. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte porque o ar desloca-se para a direita.
3.
3.1. Nº 1- Ventos de Oeste do Norte e do Sul
Nº 2 – Ventos Alíseos do Norte e do Sul
3.2. Y – Centros Baixas Pressões Equatoriais
X- Centros Altas Pressões Tropicais
3.3. Os Ventos Alíseos sopram dos centros de Altas Pressões Tropicais para os centros de Baixas Pressões Equatoriais. No Hemisfério Norte são Alíseos do Norte e deslocam-se para a direita devido à força de Coriolis e no Hemisfério Sul são Alíseos do Sul e deslocam-se para a esquerda devido à força de Coriolis.
4.
4.1.
a) F
b)V
c)V
d)F
e)F
f)F
g)V
h)V
i)F
j)F
4.2.
a) A Pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre a superfície ( por unidade de superfície).
d) À medida que a temperatura aumenta a pressão diminui.
e) Os centros de baixa pressão….. pressão diminui da periferia para o centro
f) Nas altas Pressões… é mais leve ….
i) As baixas …. Aquecimento ….
j) os ventos alíseos…. Das altas pressões tropicais para as baixas pressões equatoriais.
5.
5.1.
6- superfície frontal quente
7- frente quente
5- massa de ar frio anterior
4- massa ar quente
3- massa de ar frio posterior
1- superfície frontal fria
2- frente fria
5.2.
O Tempo no lugar A será céu nublado, chuviscos, progressivo aumento temperatura e vento fraco
5.3. O Lugar A está sob a influência da frente quente.
5.4. Nos próximos dias o céu será limpo ou pouco nublado, curtos períodos de chuviscos, temperatura elevada e vento fraco.
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Março 2010)
Nota: Na correcção atenta à versão do teste ( Versão A refere-se ao teste que apresenta as pirâmides etárias na ordem A – B – C; Versão B refere-se ao teste que apresenta as pirâmides etárias na ordem C – A – B)
Versão A
Grupo I
1.1. B (1960), C (1981), A (2001)
1.2. a) B
b)A
c) B
d) B
e) A
f) A
g) A
1.3. A população tem vindo a envelhecer fruto da menor taxa de natalidade e aumento da esperança média de vida.
2.1. c)
2.2. c)
2.3. d)
2.4. a)
2.5. b)
Grupo II
1.
Há uma necessidade urgente de se potenciar os recursos energéticos por um lado pelo aumento do consumo de energia e esgotamento das reservas de energias fósseis e por outro pela poluição ambiental.
Não é verdade que a utilização das energias renováveis não seja rentável e que haja dificuldade ao nível de produção mas ainda não é muito utilizada.
2.
2.1. Quanto maior o ângulo de incidência (90º) menor a massa atmosférica atravessada ( 1,00). Para um menor ângulo de incidência (0º), maior massa atmosférica (35,50).
2.2.
2.2.1.
a) Equador
b) Equador
c) Pólo Norte
d) Pólo Norte
e) Equador
2.2.2.
a) É no Equador que os raios solares incidem sempre na vertical fazendo um ângulo de 90º
b) Quanto maior o ângulo de incidência, menor área receptora de energia e isso acontece no Equador
c) No Equador é sempre 12 horas de dia natural e no Pólo Norte o dia natural é menor devido à inclinação do eixo terrestre
d) No Pólo Norte há uma menor concentração de energia por unidade de superfície porque devido à inclinação dos raios solares a área receptora é maior e a concentração de energia é menor.
e)É no equador que a temperatura é mais elevada porque há menor área receptora.
Grupo III
1.
O ciclo hidrológico é um sistema fechado porque a água que se evapora dos oceanos e cai nos continentes sob a forma de precipitação, volta para os oceanos por escorrência, por engrossar os caudais dos rios e pela evapotranspiração dos animais e plantas.
2.
2.1. O Centro refere-se a um Centro de Altas Pressões
2.2. É um centro de Altas pressões porque o ar é descendente e divergente conforme ilustra o esquema.
2.3. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte.
2.4. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte porque o ar desloca-se para a direita.
3.
3.1. Nº 1- Ventos Alíseos do Norte e do Sul
Nº 2 – Ventos de Oeste do Norte e do Sul
3.2. X – Centros Baixas Pressões Equatoriais
Y- Centros Altas Pressões Tropicais
3.3. Os Ventos Alíseos sopram dos centros de Altas Pressões Tropicais para os centros de Baixas Pressões Equatoriais. No Hemisfério Norte são Alíseos do Norte e deslocam-se para a direita devido à força de Coriolis e no Hemisfério Sul são Alíseos do Sul e deslocam-se para a esquerda devido à força de Coriolis.
4.
4.1.
a) F
b)V
c)V
d)F
e)F
f)F
g)V
h)V
i)F
j)F
4.2.
a) A Pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre a superfície ( por unidade de superfície).
d) À medida que a temperatura aumenta a pressão diminui.
e) Os centros de baixa pressão….. pressão diminui da periferia para o centro
f) Nas altas Pressões… é mais leve ….
i) As baixas …. Aquecimento ….
j) os ventos alíseos…. Das altas pressões tropicais para as baixas pressões equatoriais.
5.
5.1.
1- superfície frontal quente
2- frente quente
3- massa de ar frio anterior
4- massa ar quente
5- massa de ar frio posterior
6- superfície frontal fria
7- frente fria
5.2.
O Tempo no lugar A será céu nublado, chuviscos, progressivo aumento temperatura e vento fraco
5.3. O Lugar A está sob a influência da frente quente.
5.4. Nos próximos dias o céu será limpo ou pouco nublado, curtos períodos de chuviscos, temperatura elevada e vento fraco
Versão B
Grupo I
1.1.A (1960), B(1981), C (2001)
1.2. a) A
b)C
c) A
d) A
e) C
f) C
g) C
1.3. A população tem vindo a envelhecer fruto da menor taxa de natalidade e aumento da esperança média de vida.
2.1. b)
2.2. c)
2.3. c)
2.4. a)
2.5. d)
Grupo II
1.
Há uma necessidade urgente de se potenciar os recursos energéticos por um lado pelo aumento do consumo de energia e esgotamento das reservas de energias fósseis e por outro pela poluição ambiental.
Não é verdade que a utilização das energias renováveis não seja rentável e que haja dificuldade ao nível de produção mas ainda não é muito utilizada.
2.
2.1. Quanto maior o ângulo de incidência (90º) menor a massa atmosférica atravessada ( 1,00). Para um menor ângulo de incidência (0º), maior massa atmosférica (35,50).
2.2.
2.2.1.
a) Equador
b) Equador
c) Pólo Norte
d) Pólo Norte
e) Equador
2.2.2.
a) É no Equador que os raios solares incidem sempre na vertical fazendo um ângulo de 90º
b) Quanto maior o ângulo de incidência, menor área receptora de energia e isso acontece no Equador
c) No Equador é sempre 12 horas de dia natural e no Pólo Norte o dia natural é menor devido à inclinação do eixo terrestre
d) No Pólo Norte há uma menor concentração de energia por unidade de superfície porque devido à inclinação dos raios solares a área receptora é maior e a concentração de energia é menor.
e)É no equador que a temperatura é mais elevada porque há menor área receptora.
Grupo III
1.
O ciclo hidrológico é um sistema fechado porque a água que se evapora dos oceanos e cai nos continentes sob a forma de precipitação, volta para os oceanos por escorrência, por engrossar os caudais dos rios e pela evapotranspiração dos animais e plantas.
2.
2.1. O Centro refere-se a um Centro de Altas Pressões
2.2. É um centro de Altas pressões porque o ar é descendente e divergente conforme ilustra o esquema.
2.3. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte.
2.4. O Centro localiza-se no Hemisfério Norte porque o ar desloca-se para a direita.
3.
3.1. Nº 1- Ventos de Oeste do Norte e do Sul
Nº 2 – Ventos Alíseos do Norte e do Sul
3.2. Y – Centros Baixas Pressões Equatoriais
X- Centros Altas Pressões Tropicais
3.3. Os Ventos Alíseos sopram dos centros de Altas Pressões Tropicais para os centros de Baixas Pressões Equatoriais. No Hemisfério Norte são Alíseos do Norte e deslocam-se para a direita devido à força de Coriolis e no Hemisfério Sul são Alíseos do Sul e deslocam-se para a esquerda devido à força de Coriolis.
4.
4.1.
a) F
b)V
c)V
d)F
e)F
f)F
g)V
h)V
i)F
j)F
4.2.
a) A Pressão atmosférica é a força que o ar exerce sobre a superfície ( por unidade de superfície).
d) À medida que a temperatura aumenta a pressão diminui.
e) Os centros de baixa pressão….. pressão diminui da periferia para o centro
f) Nas altas Pressões… é mais leve ….
i) As baixas …. Aquecimento ….
j) os ventos alíseos…. Das altas pressões tropicais para as baixas pressões equatoriais.
5.
5.1.
6- superfície frontal quente
7- frente quente
5- massa de ar frio anterior
4- massa ar quente
3- massa de ar frio posterior
1- superfície frontal fria
2- frente fria
5.2.
O Tempo no lugar A será céu nublado, chuviscos, progressivo aumento temperatura e vento fraco
5.3. O Lugar A está sob a influência da frente quente.
5.4. Nos próximos dias o céu será limpo ou pouco nublado, curtos períodos de chuviscos, temperatura elevada e vento fraco.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Correcção Teste Geografia - 12º ano - GEOGRAFIA C
Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 12º ANO (Março 2010)
I GRUPO
1.
1.1.
A Globalização é um processo multidimensional (dimensão económica, social, política, cultural, religiosa e jurídica), que levam pessoas, governos e empresas a trocarem ideias, realizarem transacções financeiras e comerciais e difundirem aspectos culturais à escala planetária.
As consequências da globalização são, por exemplo:
- Escassez / esgotamento dos recursos;
- “precarização do emprego / desemprego de longa duração;
-enfraquecimento do “Estado-Providência”ou “Estado Social”;
-intensificação e internacionalização de conflitos regionais;
-Nacionalismos / fundamentalismos;
-proliferação do terrorismo;
-aumento do crime organizado;
-crescente vaga de refugiados;
-aumento do número de imigrantes em países industrializados;
-proliferação de doenças contagiosas;
-…
Relativamente às medidas no sentido de “refrear” os fluxos migratórios indesejados, estas passam desde os Acordos de Schengen (Europa) até às “punições severas para os que entram ilegalmente (Singapura) e “ sanções contra empregadores de ilegais (África do Sul, Japão).
Os países industrializados tentam de diversas formas travar a imigração ilegal e sendo algumas medidas bastante punitivas têm como objectivo apenas travar a imigração ilegal.
1.2.
Algumas consequências da emigração nas áreas de saída são o envelhecimento da população e consequente baixa taxa de natalidade bem como a diminuição da população residente.
1.3.
Algumas consequências da emigração nas áreas de chegada são o rejuvenescimento da população e consequente aumento da taxa de natalidade bem como o aumento da população residente.
2.
O aluno deve comentar o texto intitulado “ Liberdade, direitos e garantias dos imigrantes” de forma correcta e devidamente argumentada, defendendo uma posição de tolerância e respeito pelo outro.
3.
a) A designação do tipo de turismo a que a afirmação se refere é de “Turismo Sustentável “ ou Ecoturismo.
b) O turismo de Aventura (rafting, montanhismo, …), o turismo rural ou turismo cultural são alguns dos exemplos de tipo de turismo em que os seus adeptos são socialmente mais responsáveis e com atitudes mais respeitadoras do meio ambiente.
c) Há um perfil do novo turista que pratica o tipo de turismo referido no documento. Normalmente é um turista que viaja sozinho ou em pequenos grupos e que procura ter experiências de aprendizagem (desportos radicais, visitando espaços culturais…), respeitando o ambiente e evitando os destinos de multidões.
GRUPO II
1. a)
A Ásia representa uma posição de destaque no comércio de serviços, representando 24% do total.
1. b)
A posição de destaque que a Ásia, em particular a China, tem vindo a assumir no total do comércio mundial de serviços, deve-se por um lado à deslocalização para a China de grande parte das indústrias de forte intensidade de mão-de-obra e por outro a alteração que o mercado chinês tem vindo a ter, com uma maior abertura ao exterior.
GRUPO III
1.
a)
A figura mostra que o tempo da duração de cada Revolução Industrial tem vindo a diminuir. A 1ª Revolução Industrial durou aproximadamente 90 anos, a 2ª Revolução Industrial aproximadamente 54 anos e não aponta uma previsão da duração para a 3ª Revolução Industrial ( revolução Electrónica com início em cerca de 1990). Podemos concluir que a duração das revoluções industriais tem vindo a diminuir e cada inovação associada às revoluções também.
b)
“As novas tecnologias de informação e comunicação estão para a actualidade como a máquina a vapor esteve para a 1ª Revolução Industrial”, uma vez que ambas inovações diminuíram a distância entre as pessoas. Hoje comunica-se em tempo real com qualquer pessoa do planeta tornando-o numa “Aldeia Global”.
2.
2.1. O Continente que apresenta o menor IOD (Índice de Oportunidade Digital) é o continente Africano.
2.2. Portugal ocupa uma posição média relativamente ao IOD no contexto mundial.
2.3. Da análise do documento conclui-se que há uma relação directa entre o IOD e o nível de desenvolvimento dos países. Quanto maior o desenvolvimento dos países mais elevado é o IOD.
2.4. O teletrabalho, O E-learning, o E-comerce,… são algumas das novas oportunidades associadas ao desenvolvimento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
2.5. Se por um lado há novas oportunidades associadas ao desenvolvimento das TIC, por outro lado também surgem novas ameaças. O Cibercrime de vários tipos está a proliferar e é um novo desafio para os Estados. ( redes de pedofilia, fraudes bancárias, plágios de documentos, pirataria informática,… são alguns dos exemplos do Cibercrime).
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 12º ANO (Março 2010)
I GRUPO
1.
1.1.
A Globalização é um processo multidimensional (dimensão económica, social, política, cultural, religiosa e jurídica), que levam pessoas, governos e empresas a trocarem ideias, realizarem transacções financeiras e comerciais e difundirem aspectos culturais à escala planetária.
As consequências da globalização são, por exemplo:
- Escassez / esgotamento dos recursos;
- “precarização do emprego / desemprego de longa duração;
-enfraquecimento do “Estado-Providência”ou “Estado Social”;
-intensificação e internacionalização de conflitos regionais;
-Nacionalismos / fundamentalismos;
-proliferação do terrorismo;
-aumento do crime organizado;
-crescente vaga de refugiados;
-aumento do número de imigrantes em países industrializados;
-proliferação de doenças contagiosas;
-…
Relativamente às medidas no sentido de “refrear” os fluxos migratórios indesejados, estas passam desde os Acordos de Schengen (Europa) até às “punições severas para os que entram ilegalmente (Singapura) e “ sanções contra empregadores de ilegais (África do Sul, Japão).
Os países industrializados tentam de diversas formas travar a imigração ilegal e sendo algumas medidas bastante punitivas têm como objectivo apenas travar a imigração ilegal.
1.2.
Algumas consequências da emigração nas áreas de saída são o envelhecimento da população e consequente baixa taxa de natalidade bem como a diminuição da população residente.
1.3.
Algumas consequências da emigração nas áreas de chegada são o rejuvenescimento da população e consequente aumento da taxa de natalidade bem como o aumento da população residente.
2.
O aluno deve comentar o texto intitulado “ Liberdade, direitos e garantias dos imigrantes” de forma correcta e devidamente argumentada, defendendo uma posição de tolerância e respeito pelo outro.
3.
a) A designação do tipo de turismo a que a afirmação se refere é de “Turismo Sustentável “ ou Ecoturismo.
b) O turismo de Aventura (rafting, montanhismo, …), o turismo rural ou turismo cultural são alguns dos exemplos de tipo de turismo em que os seus adeptos são socialmente mais responsáveis e com atitudes mais respeitadoras do meio ambiente.
c) Há um perfil do novo turista que pratica o tipo de turismo referido no documento. Normalmente é um turista que viaja sozinho ou em pequenos grupos e que procura ter experiências de aprendizagem (desportos radicais, visitando espaços culturais…), respeitando o ambiente e evitando os destinos de multidões.
GRUPO II
1. a)
A Ásia representa uma posição de destaque no comércio de serviços, representando 24% do total.
1. b)
A posição de destaque que a Ásia, em particular a China, tem vindo a assumir no total do comércio mundial de serviços, deve-se por um lado à deslocalização para a China de grande parte das indústrias de forte intensidade de mão-de-obra e por outro a alteração que o mercado chinês tem vindo a ter, com uma maior abertura ao exterior.
GRUPO III
1.
a)
A figura mostra que o tempo da duração de cada Revolução Industrial tem vindo a diminuir. A 1ª Revolução Industrial durou aproximadamente 90 anos, a 2ª Revolução Industrial aproximadamente 54 anos e não aponta uma previsão da duração para a 3ª Revolução Industrial ( revolução Electrónica com início em cerca de 1990). Podemos concluir que a duração das revoluções industriais tem vindo a diminuir e cada inovação associada às revoluções também.
b)
“As novas tecnologias de informação e comunicação estão para a actualidade como a máquina a vapor esteve para a 1ª Revolução Industrial”, uma vez que ambas inovações diminuíram a distância entre as pessoas. Hoje comunica-se em tempo real com qualquer pessoa do planeta tornando-o numa “Aldeia Global”.
2.
2.1. O Continente que apresenta o menor IOD (Índice de Oportunidade Digital) é o continente Africano.
2.2. Portugal ocupa uma posição média relativamente ao IOD no contexto mundial.
2.3. Da análise do documento conclui-se que há uma relação directa entre o IOD e o nível de desenvolvimento dos países. Quanto maior o desenvolvimento dos países mais elevado é o IOD.
2.4. O teletrabalho, O E-learning, o E-comerce,… são algumas das novas oportunidades associadas ao desenvolvimento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
2.5. Se por um lado há novas oportunidades associadas ao desenvolvimento das TIC, por outro lado também surgem novas ameaças. O Cibercrime de vários tipos está a proliferar e é um novo desafio para os Estados. ( redes de pedofilia, fraudes bancárias, plágios de documentos, pirataria informática,… são alguns dos exemplos do Cibercrime).
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Correcção do Teste de Geografia - 10º ano- Dezembro 2009
Correcção do Teste de Geografia - 10º ano- Dezembro 2009
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃOGEOGRAFIA –
10º ANO(Dezembro 2009)
GRUPO I
1.
1.1.As variáveis que intervêm directamente no Crescimento Efectivo da população de um país são: a Natalidade, a Mortalidade, a Emigração e a Imigração.
1.2.
1.1.As variáveis que intervêm directamente no Crescimento Efectivo da população de um país são: a Natalidade, a Mortalidade, a Emigração e a Imigração.
1.2.
I – sem efeito
II – sem efeito
III – D)
2.
2.1. As duas principais diferenças na estrutura etária da população portuguesa entre 1969 e 2001:
1960:
- população jovem; pouca população idosa – estrutura etária jovem;
2001:
- pouca população jovem; população adulta e idosa em maior número – estrutura etária envelhecida
2.2. A população portuguesa com 65 e mais anos no total da população, em 2001, representa uma elevada percentagem, por um lado porque a esperança média de vida tem vindo a aumentar e porque regressaram muitos portugueses das ex-colónias e emigrantes na década de 7o – 80 e que em 2001 tinham 60 e mais anos.
2.3. Uma estrutura etária envelhecida apresenta alguns problemas sociodemográficos, nomeadamente:
- mais encargos sociais com reformas;
- mais despesas com saúde;
- mais impostos para a população activa para fazer face ao acréscimo das despesas com reformas e saúde;
- necessidade de se construir mais lares;
2.4. Desde 1970 que a natalidade tem vindo a diminuir e isso justifica o aparecimento de classes ocas ( dos 30 e 34 anos) e das primeiras classes ocas da pirâmide etária de 2001. Há mais adultos que jovens o que mostra que a natalidade era maior nos anos em que nasceram aqueles adultos ( que em 2001 têm 30 e mais anos).
3.
3.1. A região em que a população activa no sector secundário mais se afasta da média nacional ( em 2001), é a região do Algarve.
3.2. A população activa na Região do Algarve trabalha fundamentalmente no sector terciário de apoio ao turismo, daí a baixa percentagem de população activa no sector secundário.
3.3. A baixa qualificação profissional da população activa portuguesa afecta muito o seu desempenho pois não está preparada para os novos desafios colocados pelas novas tecnologias. A modernização da dos serviços e da indústria implica activos mais competentes e que saibam lidar com as novas tecnologias havendo ainda um grande índice de analfabetos funcionais na população activa portuguesa.
GRUPO II
1.1.
A – Maciço Antigo
B – Orlas Sedimentares Mesocenozóicas
C – Bacias Sedimentares do Tejo e Sado
1.2. O Maciço Antigo foi formado na Era Paleozóica, constituído fundamentalmente por granito e xisto e ocupa cerca de 2/3 do território nacional.
1.3. As orlas sedimentares são formadas por rochas calcárias, argilosas e areníticas, além de outras, eruptivas.
1.4. Rochas industriais são rochas utilizadas para fins industriais e rochas ornamentais são utilizadas para fins decorativos.
2.
2.1. Os custos da extracção (muito elevados) devido à pequena dimensão das jazidas e as jazidas estarem a grande profundidade são alguns dos obstáculos ao desenvolvimento da indústria extractiva em Portugal.
2.2. A dependência externa de Portugal no que se refere à exploração e comercialização dos recursos minerais prende-se fundamentalmente com os custos elevados da extracção que não nos permite comercializar a preços competitivos. Por outro lado, relativamente aos recursos energéticos de origem mineral a dependência externa é ainda maior, porque Portugal não consegue produzir nem a quantidade necessária nem a diversidade necessária de recursos minerais energéticos.
2.3. A indústria mineira pode provocar impactos ambientais muito negativos desde a degradação da paisagem à contaminação dos solos e até das águas subterrâneas e superficiais.
2.4. A actividade extractiva em Portugal pode ser potencializada se for feito um reenquadramento económico, tecnológico e ambiental que pode passar pela abertura de novas jazidas até à reabertura de antigas minas. Apostando na melhoria das infraestruturas para serem capazes de atrair investimentos de grandes empresas, desenvolvendo-se projectos de modo a aproveitar os recursos disponíveis e diversificar as fontes, são outras medidas passíveis de potencializar, de forma sustentável, a actividade extractiva em Portugal.
II – sem efeito
III – D)
2.
2.1. As duas principais diferenças na estrutura etária da população portuguesa entre 1969 e 2001:
1960:
- população jovem; pouca população idosa – estrutura etária jovem;
2001:
- pouca população jovem; população adulta e idosa em maior número – estrutura etária envelhecida
2.2. A população portuguesa com 65 e mais anos no total da população, em 2001, representa uma elevada percentagem, por um lado porque a esperança média de vida tem vindo a aumentar e porque regressaram muitos portugueses das ex-colónias e emigrantes na década de 7o – 80 e que em 2001 tinham 60 e mais anos.
2.3. Uma estrutura etária envelhecida apresenta alguns problemas sociodemográficos, nomeadamente:
- mais encargos sociais com reformas;
- mais despesas com saúde;
- mais impostos para a população activa para fazer face ao acréscimo das despesas com reformas e saúde;
- necessidade de se construir mais lares;
2.4. Desde 1970 que a natalidade tem vindo a diminuir e isso justifica o aparecimento de classes ocas ( dos 30 e 34 anos) e das primeiras classes ocas da pirâmide etária de 2001. Há mais adultos que jovens o que mostra que a natalidade era maior nos anos em que nasceram aqueles adultos ( que em 2001 têm 30 e mais anos).
3.
3.1. A região em que a população activa no sector secundário mais se afasta da média nacional ( em 2001), é a região do Algarve.
3.2. A população activa na Região do Algarve trabalha fundamentalmente no sector terciário de apoio ao turismo, daí a baixa percentagem de população activa no sector secundário.
3.3. A baixa qualificação profissional da população activa portuguesa afecta muito o seu desempenho pois não está preparada para os novos desafios colocados pelas novas tecnologias. A modernização da dos serviços e da indústria implica activos mais competentes e que saibam lidar com as novas tecnologias havendo ainda um grande índice de analfabetos funcionais na população activa portuguesa.
GRUPO II
1.1.
A – Maciço Antigo
B – Orlas Sedimentares Mesocenozóicas
C – Bacias Sedimentares do Tejo e Sado
1.2. O Maciço Antigo foi formado na Era Paleozóica, constituído fundamentalmente por granito e xisto e ocupa cerca de 2/3 do território nacional.
1.3. As orlas sedimentares são formadas por rochas calcárias, argilosas e areníticas, além de outras, eruptivas.
1.4. Rochas industriais são rochas utilizadas para fins industriais e rochas ornamentais são utilizadas para fins decorativos.
2.
2.1. Os custos da extracção (muito elevados) devido à pequena dimensão das jazidas e as jazidas estarem a grande profundidade são alguns dos obstáculos ao desenvolvimento da indústria extractiva em Portugal.
2.2. A dependência externa de Portugal no que se refere à exploração e comercialização dos recursos minerais prende-se fundamentalmente com os custos elevados da extracção que não nos permite comercializar a preços competitivos. Por outro lado, relativamente aos recursos energéticos de origem mineral a dependência externa é ainda maior, porque Portugal não consegue produzir nem a quantidade necessária nem a diversidade necessária de recursos minerais energéticos.
2.3. A indústria mineira pode provocar impactos ambientais muito negativos desde a degradação da paisagem à contaminação dos solos e até das águas subterrâneas e superficiais.
2.4. A actividade extractiva em Portugal pode ser potencializada se for feito um reenquadramento económico, tecnológico e ambiental que pode passar pela abertura de novas jazidas até à reabertura de antigas minas. Apostando na melhoria das infraestruturas para serem capazes de atrair investimentos de grandes empresas, desenvolvendo-se projectos de modo a aproveitar os recursos disponíveis e diversificar as fontes, são outras medidas passíveis de potencializar, de forma sustentável, a actividade extractiva em Portugal.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Correcção do Teste de Geografia - 12º ano- Dezembro 2009
Correcção do Teste de Geografia - 12º ano- Dezembro 2009
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 12º ANO (Dezembro 2009)
GRUPO I
1.
a) Verdadeira
b) Falsa
c) Verdadeira
d) Falsa
e) Verdadeira
f) Verdadeira
g) Falsa
h) Verdadeira
i) Verdadeira
j) Verdadeira
k) Verdadeira
l) Verdadeira
m)Verdadeira
n) Falsa
o) Verdadeira
p) Falsa
q) Verdadeira
2.
b) Em 1949, a URSS constituiu com os restantes países da Europa de Leste a COMECON;
d) A ONU foi criada em 1945;
g) O Tratado de Roma, assinado em 1957, cria a CEE;
n) Em 2007 aderiram à União Europeia a Bulgária e a Roménia;
p) O Japão conheceu diferentes ciclos de desenvolvimento industrial ao longo das últimas 5 décadas. O segundo ciclo foi caracterizado pelas medidas de protecção à produção e ao mercado interno
GRUPO II
1.
1.1. B
1.2. C
1.3. A
1.4. D
2.
2.1. A resistência evidenciada pelas potências coloniais em concederem a independência às colónias, deve-se, entre outras razões:
- a ficarem impossibilitadas de retirarem proveito das matérias primas;
- a reduzirem o seu território;
2.2. O Movimento dos Países Não- Alinhados tinha como objectivo principal não dependerem de nenhum dos blocos ( Ocidental ou Oriental) e reivindicarem a sua independência política.
2.3. A Independência política foi atingida com a descolonização e o MNA. Contudo, economicamente, os países do Terceiro Mundo estão ainda muito dependentes do exterior ( Países desenvolvidos) uma vez que mantêm uma relação económica desequilibrada ( vendem matérias primas não transformadas de baixo valor económico e compram produtos manufacturados de elevado valor).
3.
3.1. Na maioria dos países do Terceiro Mundo (em vias de desenvolvimento), mais de 50% das suas exportações, na actualidade, dependem de um único produto. Este facto torna os países muito vulneráveis uma vez que uma monoexportação está muito mais sujeita à Lei da Oferta e Procura e às alterações ambientais / climáticas. Cada vez mais se assiste à substituição de alguns produtos por outros mais baratos podendo originar situações muito graves na Balança Comercial de alguns países. (é o caso, por exemplo, da substituição do algodão por fibras sintéticas, do petróleo por outras energias alternativas, etc).
3.2.
1- México
2- Brasil
3- Angola
4- África do Sul
5- Índia
6- China
4.
4.1. Entre 1970 e 1990, o comércio Sul-Sul, em percentagem das exportações dos países em desenvolvimento, tem vindo a aumentar ( passou de cerca de 20% para 33%).
Entre 1970 e 1990, o comércio Sul-Sul em percentagem das exportações mundiais tem-se mantido mais ou menos estável e com valores baixos ( aproximadamente 5%).
4.2. O comércio entre os países do Sul pode assumir importância no desenvolvimento desses países a avaliar pelo que tem acontecido na percentagem das exportações desses países ( cerca de 33% das exportações desses países fazem-se entre si). Estes países poderão especializar-se na comercialização de determinados produtos e complementarem-se entre si, criando organizações de trocas comerciais privilegiando os produtos comercializados entre os países do Sul.
4.3. Nas exportações mundiais o peso que tem o comércio Su-Sul é muito reduzido uma vez que são produtos que, por um lado, os produtos estão a ser substituídos por outros e, por outro são de baixo valor acrescentado porque são, na esmagadora maioria, produtos não transformados.
a) Verdadeira
b) Falsa
c) Verdadeira
d) Falsa
e) Verdadeira
f) Verdadeira
g) Falsa
h) Verdadeira
i) Verdadeira
j) Verdadeira
k) Verdadeira
l) Verdadeira
m)Verdadeira
n) Falsa
o) Verdadeira
p) Falsa
q) Verdadeira
2.
b) Em 1949, a URSS constituiu com os restantes países da Europa de Leste a COMECON;
d) A ONU foi criada em 1945;
g) O Tratado de Roma, assinado em 1957, cria a CEE;
n) Em 2007 aderiram à União Europeia a Bulgária e a Roménia;
p) O Japão conheceu diferentes ciclos de desenvolvimento industrial ao longo das últimas 5 décadas. O segundo ciclo foi caracterizado pelas medidas de protecção à produção e ao mercado interno
GRUPO II
1.
1.1. B
1.2. C
1.3. A
1.4. D
2.
2.1. A resistência evidenciada pelas potências coloniais em concederem a independência às colónias, deve-se, entre outras razões:
- a ficarem impossibilitadas de retirarem proveito das matérias primas;
- a reduzirem o seu território;
2.2. O Movimento dos Países Não- Alinhados tinha como objectivo principal não dependerem de nenhum dos blocos ( Ocidental ou Oriental) e reivindicarem a sua independência política.
2.3. A Independência política foi atingida com a descolonização e o MNA. Contudo, economicamente, os países do Terceiro Mundo estão ainda muito dependentes do exterior ( Países desenvolvidos) uma vez que mantêm uma relação económica desequilibrada ( vendem matérias primas não transformadas de baixo valor económico e compram produtos manufacturados de elevado valor).
3.
3.1. Na maioria dos países do Terceiro Mundo (em vias de desenvolvimento), mais de 50% das suas exportações, na actualidade, dependem de um único produto. Este facto torna os países muito vulneráveis uma vez que uma monoexportação está muito mais sujeita à Lei da Oferta e Procura e às alterações ambientais / climáticas. Cada vez mais se assiste à substituição de alguns produtos por outros mais baratos podendo originar situações muito graves na Balança Comercial de alguns países. (é o caso, por exemplo, da substituição do algodão por fibras sintéticas, do petróleo por outras energias alternativas, etc).
3.2.
1- México
2- Brasil
3- Angola
4- África do Sul
5- Índia
6- China
4.
4.1. Entre 1970 e 1990, o comércio Sul-Sul, em percentagem das exportações dos países em desenvolvimento, tem vindo a aumentar ( passou de cerca de 20% para 33%).
Entre 1970 e 1990, o comércio Sul-Sul em percentagem das exportações mundiais tem-se mantido mais ou menos estável e com valores baixos ( aproximadamente 5%).
4.2. O comércio entre os países do Sul pode assumir importância no desenvolvimento desses países a avaliar pelo que tem acontecido na percentagem das exportações desses países ( cerca de 33% das exportações desses países fazem-se entre si). Estes países poderão especializar-se na comercialização de determinados produtos e complementarem-se entre si, criando organizações de trocas comerciais privilegiando os produtos comercializados entre os países do Sul.
4.3. Nas exportações mundiais o peso que tem o comércio Su-Sul é muito reduzido uma vez que são produtos que, por um lado, os produtos estão a ser substituídos por outros e, por outro são de baixo valor acrescentado porque são, na esmagadora maioria, produtos não transformados.
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domingo, 15 de novembro de 2009
Correcção do Teste de Geografia - 12º ano- Novembro 2009
Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 12º ANO
(Novembro 2009)
I GRUPO
1.
A Globalização é um processo multidimensional ( dimensão económica, social, política, cultural, religiosa e jurídica), que levam pessoas, governos e empresas a trocarem ideias, realizarem transacções financeiras e comerciais e difundirem aspectos culturais à escala planetária.
Todas estas transformações poderão colocar em risco especificidades da cultura local e nacional havendo uma homogeneização cultural, como se diz no texto “(…) sobrarão, no futuro, os pezinhos de coentrada?”
Outras consequências que poderão resultar da globalização são, por exemplo:
- Escassez / esgotamento dos recursos;
- “precarização do emprego / desemprego de longa duração;
-enfraquecimento do “Estado-Providência”ou “Estado Social”;
-intensificação e internacionalização de conflitos regionais;
-Nacionalismos / fundamentalismos;
-proliferação do terrorismo;
-aumento do crime organizado;
-crescente vaga de refugiados;
-aumento do número de imigrantes em países industrializados;
-proliferação de doenças contagiosas;
-…
2.
As ETN são os principais motores da mundialização da economia. As ETN desenvolvem estratégias de deslocalização e relocalização das actividades podendo implantar segmentos de um processo produtivo em diferentes países, à procura das condições óptimas de produção e dos mercados mais atractivos. Em alguns casos, o poder das ETN sobrepõe-se ao dos Estados, que vão perdendo progressivamente o controlo sobre a acção das ETN. As ETN influenciam não só o desenvolvimento económico de um país ou região, mas também a política de investimentos de Estados e, a sua capacidade produtiva e de mobilização de mão-de-obra.
3.
“Os aspectos socioculturais da globalização transformaram a face do Mundo”. Realmente a Globalização tem uma dimensão social e cultural ( entre outras) nomeadamente na difusão de uma monocultura global ( que poderá também levar á valorização das identidades locais através de movimentos fundamentalistas) e da afirmação de uma nova classe capitalista transnacional.
Na dimensão cultural, a Globalização corresponde à convergência dos modos de vida em resultado da difusão de uma cultura universal facilitada pelo desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação. A combinação das tecnologias electrónicas, especialmente da televisão com os fluxos migratórios em massa está a gerar comunidades transnacionais, partilhando gostos e prazeres e aspirações de carácter colectivo e global.
A “cultura global” que se está a difundir corresponde ao modelo americano. Os norte americanos estão a transformar os hábitos e costumes mundiais (através do cinema; cadeias de restaurantes; bebidas universais; vestuário).
Há padrões de consumo global e uma massificação cultural, como consequência do fenómeno da aculturação.
GRUPO II
1. a)
Com o fim da 2ª G.M., o Mundo dividiu-se em dois blocos: o bloco ocidental sob a influência dos EUA e o bloco oriental sob a influência da URSS.
1. b)
Após a 2ª G.M., a Europa perdeu a sua importância como centro de poder uma vez que ficou devastada em termos demográficos, políticos e económicos. Por outro lado foi dividida em duas partes com características políticas e económicas diferentes.
1. c)
A ONU tinha como principal objectivo a “manutenção da paz policiada pelas grandes potências vencedoras da guerra”, uma vez que as duas grandes potencias vencedoras correram ao armamento e cada uma delas impunha-se militarmente à outra. No sentido de nenhuma das superpotências iniciar uma guerra, assistiu-se a um período de “guerra fria” policiada pela ONU.
2.
A “ordem que vigorou” entre a II Guerra Mundial e 1989, foi a da “guerra-fria” – confronto essencialmente ideológico, a guerra era impossível porque a dissuasão nuclear impedia as superpotências de transformarem a Guerra Fria em guerra real. O conflito limitava-se a uma guerra verbal. A confrontação ideológica e o ruído verbal assumiram um dos seus pontos altos no seio da ONU, onde os EUA e URSS se opuseram mutuamente, utilizando o direito de veto sistematicamente no Conselho de Segurança e paralisando a acção da ONU.
Constituíram-se alianças militares. A Europa Ocidental criou a NATO, uma organização político-militar com apoio e participação dos EUA. A União Soviética constituiu uma estrutura militar com os países da Europa Oriental, o Pacto de Varsóvia.
GRUPO III
a)
Os objectivos do Movimento dos Países Não Alinhados foram:
- definir o papel do Terceiro Mundo face ás grandes potências – papel neutral – não alinhamento por nenhum dos blocos;
- organizar uma maior intervenção política destes países na cena internacional, de forma a conseguirem relações mais justas entre Norte e Sul, promovendo o desenvolvimento desses países.
b)
O “Conflito Este-Oeste” é a designação dada ao clima de tensão permanente nas relações Este (ou Leste) – Oeste. Os EUA e a URSS aceitavam a divisão do Mundo em duas zonas de influência, não intervindo directamente na área da outra.
GRUPO IV
a)
O “Milagre Japonês” consistiu na transformação do Japão em 4 décadas ( de 1950 a 1990), transformando-se na segunda maior potência económica do Mundo.
b)
O papel desempenhado pelo Estado japonês em matéria económica foi muito importante para o “milagre japonês”.
-Canalizou os recursos financeiros para as empresas efectuando elevados investimentos em telecomunicações, nos caminhos de ferro e na engenharia rural. O governo fomentou uma política de obras públicas que criou emprego;
-desenvolveu uma planificação indicativa: incentivou a inovação, controlou o volume de importações e protegeu as empresas nipónicas da concorrência.
c)
Dois aspectos culturais particulares da sociedade japonesa que contribuíram para a recuperação da sua economia são, por exemplo, a homogeneidade linguística e étnica e a complexidade da herança cultural. Valores como a lealdade, a honra, o respeito pela hierarquia, a deferência, a disciplina e a capacidade de organização são responsáveis pela forte coesão social e pela ausência de tensões ou conflitos sociais.
Os interesses comuns da família, das empresas e do Estado estão acima das necessidades individuais.
Um sistema escolar muito competitivo e um nível de formação elevado são outros aspectos culturais que muito contribuíram para a rápida recuperação económica do Japão.
d)
Ao nível social o Japão entrou na era do consumo de massas e adoptou modos de vida ocidentais, com consequências negativas:
- Poluição atmosférica, dos solos, dos rios e das áreas costeiras está a progredir;
- a produção de lixo doméstico e industrial é enorme;
- as relocalizações de certas actividades industriais para os países asiáticos com mão-de-obra mais barata, contribuem para o aparecimento de um emprego estrutural que afecta milhões de japoneses;
- as condições e a qualidade de vida no Japão não são as melhores – a densidade populacional e a pressão urbana são muito elevadas, a habitação tem sido negligenciada e os equipamentos sociais não são adequados ao estatuto de nação rica;
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 12º ANO
(Novembro 2009)
I GRUPO
1.
A Globalização é um processo multidimensional ( dimensão económica, social, política, cultural, religiosa e jurídica), que levam pessoas, governos e empresas a trocarem ideias, realizarem transacções financeiras e comerciais e difundirem aspectos culturais à escala planetária.
Todas estas transformações poderão colocar em risco especificidades da cultura local e nacional havendo uma homogeneização cultural, como se diz no texto “(…) sobrarão, no futuro, os pezinhos de coentrada?”
Outras consequências que poderão resultar da globalização são, por exemplo:
- Escassez / esgotamento dos recursos;
- “precarização do emprego / desemprego de longa duração;
-enfraquecimento do “Estado-Providência”ou “Estado Social”;
-intensificação e internacionalização de conflitos regionais;
-Nacionalismos / fundamentalismos;
-proliferação do terrorismo;
-aumento do crime organizado;
-crescente vaga de refugiados;
-aumento do número de imigrantes em países industrializados;
-proliferação de doenças contagiosas;
-…
2.
As ETN são os principais motores da mundialização da economia. As ETN desenvolvem estratégias de deslocalização e relocalização das actividades podendo implantar segmentos de um processo produtivo em diferentes países, à procura das condições óptimas de produção e dos mercados mais atractivos. Em alguns casos, o poder das ETN sobrepõe-se ao dos Estados, que vão perdendo progressivamente o controlo sobre a acção das ETN. As ETN influenciam não só o desenvolvimento económico de um país ou região, mas também a política de investimentos de Estados e, a sua capacidade produtiva e de mobilização de mão-de-obra.
3.
“Os aspectos socioculturais da globalização transformaram a face do Mundo”. Realmente a Globalização tem uma dimensão social e cultural ( entre outras) nomeadamente na difusão de uma monocultura global ( que poderá também levar á valorização das identidades locais através de movimentos fundamentalistas) e da afirmação de uma nova classe capitalista transnacional.
Na dimensão cultural, a Globalização corresponde à convergência dos modos de vida em resultado da difusão de uma cultura universal facilitada pelo desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação. A combinação das tecnologias electrónicas, especialmente da televisão com os fluxos migratórios em massa está a gerar comunidades transnacionais, partilhando gostos e prazeres e aspirações de carácter colectivo e global.
A “cultura global” que se está a difundir corresponde ao modelo americano. Os norte americanos estão a transformar os hábitos e costumes mundiais (através do cinema; cadeias de restaurantes; bebidas universais; vestuário).
Há padrões de consumo global e uma massificação cultural, como consequência do fenómeno da aculturação.
GRUPO II
1. a)
Com o fim da 2ª G.M., o Mundo dividiu-se em dois blocos: o bloco ocidental sob a influência dos EUA e o bloco oriental sob a influência da URSS.
1. b)
Após a 2ª G.M., a Europa perdeu a sua importância como centro de poder uma vez que ficou devastada em termos demográficos, políticos e económicos. Por outro lado foi dividida em duas partes com características políticas e económicas diferentes.
1. c)
A ONU tinha como principal objectivo a “manutenção da paz policiada pelas grandes potências vencedoras da guerra”, uma vez que as duas grandes potencias vencedoras correram ao armamento e cada uma delas impunha-se militarmente à outra. No sentido de nenhuma das superpotências iniciar uma guerra, assistiu-se a um período de “guerra fria” policiada pela ONU.
2.
A “ordem que vigorou” entre a II Guerra Mundial e 1989, foi a da “guerra-fria” – confronto essencialmente ideológico, a guerra era impossível porque a dissuasão nuclear impedia as superpotências de transformarem a Guerra Fria em guerra real. O conflito limitava-se a uma guerra verbal. A confrontação ideológica e o ruído verbal assumiram um dos seus pontos altos no seio da ONU, onde os EUA e URSS se opuseram mutuamente, utilizando o direito de veto sistematicamente no Conselho de Segurança e paralisando a acção da ONU.
Constituíram-se alianças militares. A Europa Ocidental criou a NATO, uma organização político-militar com apoio e participação dos EUA. A União Soviética constituiu uma estrutura militar com os países da Europa Oriental, o Pacto de Varsóvia.
GRUPO III
a)
Os objectivos do Movimento dos Países Não Alinhados foram:
- definir o papel do Terceiro Mundo face ás grandes potências – papel neutral – não alinhamento por nenhum dos blocos;
- organizar uma maior intervenção política destes países na cena internacional, de forma a conseguirem relações mais justas entre Norte e Sul, promovendo o desenvolvimento desses países.
b)
O “Conflito Este-Oeste” é a designação dada ao clima de tensão permanente nas relações Este (ou Leste) – Oeste. Os EUA e a URSS aceitavam a divisão do Mundo em duas zonas de influência, não intervindo directamente na área da outra.
GRUPO IV
a)
O “Milagre Japonês” consistiu na transformação do Japão em 4 décadas ( de 1950 a 1990), transformando-se na segunda maior potência económica do Mundo.
b)
O papel desempenhado pelo Estado japonês em matéria económica foi muito importante para o “milagre japonês”.
-Canalizou os recursos financeiros para as empresas efectuando elevados investimentos em telecomunicações, nos caminhos de ferro e na engenharia rural. O governo fomentou uma política de obras públicas que criou emprego;
-desenvolveu uma planificação indicativa: incentivou a inovação, controlou o volume de importações e protegeu as empresas nipónicas da concorrência.
c)
Dois aspectos culturais particulares da sociedade japonesa que contribuíram para a recuperação da sua economia são, por exemplo, a homogeneidade linguística e étnica e a complexidade da herança cultural. Valores como a lealdade, a honra, o respeito pela hierarquia, a deferência, a disciplina e a capacidade de organização são responsáveis pela forte coesão social e pela ausência de tensões ou conflitos sociais.
Os interesses comuns da família, das empresas e do Estado estão acima das necessidades individuais.
Um sistema escolar muito competitivo e um nível de formação elevado são outros aspectos culturais que muito contribuíram para a rápida recuperação económica do Japão.
d)
Ao nível social o Japão entrou na era do consumo de massas e adoptou modos de vida ocidentais, com consequências negativas:
- Poluição atmosférica, dos solos, dos rios e das áreas costeiras está a progredir;
- a produção de lixo doméstico e industrial é enorme;
- as relocalizações de certas actividades industriais para os países asiáticos com mão-de-obra mais barata, contribuem para o aparecimento de um emprego estrutural que afecta milhões de japoneses;
- as condições e a qualidade de vida no Japão não são as melhores – a densidade populacional e a pressão urbana são muito elevadas, a habitação tem sido negligenciada e os equipamentos sociais não são adequados ao estatuto de nação rica;
domingo, 8 de novembro de 2009
Correcção do Teste de Geografia - 10º ano- Novembro 2009
Geografia
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Outubro 2009)
1.1.
b) A Espanha, a Finlândia e a Suécia.
1.2.
c) Portugal e Grécia
1.3.
c)Melhoria generalizada dos cuidados materno-infantis.
1.4.
a) Verdadeira, porque a taxa de mortalidade infantil reflecte a qualidade de vida da população.
2.1
c)Letónia e Hungria.
2.2.
a) 5,2‰.
2.3.
d)Elevada percentagem de população com 65 e mais anos.
2.4.
d) Área atractiva, pelas condições económicas e pela elevada qualidade de vida que poderá oferecer aos imigrantes.
3.1.
O gráfico evidencia a previsão de um crescimento contínuo e a um ritmo elevado da percentagem da população idosa elevado entre 2000 e 2050.
3.2.
Dois dos factores que podem explicar o decréscimo de percentagem de jovens na população portuguesa são:
- Diminuição da taxa de natalidade ( com a consequente diminuição da fecundidade que conduz à incapacidade de se dar a renovação de gerações, ao envelhecimento da população e ao declínio demográfico);
- Redução da taxa de mortalidade e ao aumento da esperança média de vida que reforça o peso percentual dos idosos, diminuindo assim a proporção de jovens e dos escalões etários em idades de procriar ( com maior fecundidade)
3.3.
Com o acentuar do envelhecimento da população portuguesa emergem problemas com reflexos relevantes na vida do país:
- diminuição da taxa de natalidade;
- diminuição da população activa;
- diminuição do espírito empreendedor, de inovação e modernização;
- diminuição da produtividade económica;
- aumento do índice de dependência de idosos, o que aumenta os encargos financeiros a suportar pela população activa;
- aumento dos encargos sociais com reformas, pensões e assistência médica;
- dificuldades financeiras para a Segurança Social – o número de contribuintes será menor que o número de beneficiários;
3.4
Quando nos referimos ao duplo envelhecimento, referimo-nos às alterações da estrutura etária de uma população que se traduz numa diminuição da população jovem e num aumento da população idosa. Como para a análise da estrutura etária recorremos às pirâmides etárias, referimo-nos também, neste caso, ao envelhecimento da base ( quando se regista um decréscimo de jovens) e a um envelhecimento no topo ( aumento da proporção de idosos).
4.
4.1.
O Índice de Envelhecimento(IE) corresponde ao número de idosos por 100 jovens. (População com mais de 65 anos / população com menos de 15 anos) * 100
4.2.
O IE em Portugal, tem aumentado de forma contínua e a um ritmo elevado nos últimos anos. Estando em comparação no gráfico dois anos consecutivos, verificamos que de 2004 para 2005 registou-se um aumento do IE, de 109 para 110.
4.3.
4.3.1.
As regiões com maior índice de envelhecimento são as regiões do Alentejo e do Centro
4.3.2.
As regiões com menor índice de envelhecimento são as regiões Norte e regiões Autónomas
4.4.
As regiões que apresentam maiores Índices de Envelhecimento devem esses valores sobretudo à baixa taxa de natalidade e nas áreas mais interiores, aos fluxos migratórios, internos e externos, que subtraem a essas regiões população jovem e em idade fértil.
As regiões de menores Índices de Envelhecimento apresentam significativo dinamismo demográfico, os maiores valores de população em idade fértil, contribuem para o aumento da taxa de natalidade e para a maior proporção de população jovem.
5.
5.1.
A pirâmide etária da população portuguesa há 50 anos, era larga ( população jovem) e o topo era estreito. Hoje, a base da pirâmide etária e estreita e o topo é largo ( maior proporção d e idosos do que jovens).
5.2.
Há 50 anos era uma população Jovem. Hoje é uma população envelhecida.
5.3.
A estrutura etária tem vindo a envelhecer devido à diminuição da taxa de natalidade e ao aumento da esperança média de vida.
5.4.
54% da população refere-se à classe dos adultos dos 25 anos aos 49 anos que são também as idades dos jovens imigrantes.
6.
Portugal de 1950 a 2005 sofreu um claro processo de desenvolvimento com inevitáveis transformações a nível económico com reflexos na distribuição da população pelos sectores de actividade. Diminuiu a população no sector primário, em que a agricultura era a actividade predominante. Isto deveu-se sobretudo ao elevado fluxo migratório a partir da década de 60 e à modernização da agricultura. O crescimento do sector terciário resulta, entre outros factores de:
-melhoria do nível de vida;
-aumento do número de mulheres nos serviços;
-aparecimento de novas actividades;
-expansão do comércio;
-aumento e diversificação do turismo, lazer e cultura
Professora: Maria Manuela Santos (Departamento Ciências Sociais e Humanas)
CORRECÇÃO DO TESTE DE AVALIAÇÃO
GEOGRAFIA – 10º ANO
(Outubro 2009)
1.1.
b) A Espanha, a Finlândia e a Suécia.
1.2.
c) Portugal e Grécia
1.3.
c)Melhoria generalizada dos cuidados materno-infantis.
1.4.
a) Verdadeira, porque a taxa de mortalidade infantil reflecte a qualidade de vida da população.
2.1
c)Letónia e Hungria.
2.2.
a) 5,2‰.
2.3.
d)Elevada percentagem de população com 65 e mais anos.
2.4.
d) Área atractiva, pelas condições económicas e pela elevada qualidade de vida que poderá oferecer aos imigrantes.
3.1.
O gráfico evidencia a previsão de um crescimento contínuo e a um ritmo elevado da percentagem da população idosa elevado entre 2000 e 2050.
3.2.
Dois dos factores que podem explicar o decréscimo de percentagem de jovens na população portuguesa são:
- Diminuição da taxa de natalidade ( com a consequente diminuição da fecundidade que conduz à incapacidade de se dar a renovação de gerações, ao envelhecimento da população e ao declínio demográfico);
- Redução da taxa de mortalidade e ao aumento da esperança média de vida que reforça o peso percentual dos idosos, diminuindo assim a proporção de jovens e dos escalões etários em idades de procriar ( com maior fecundidade)
3.3.
Com o acentuar do envelhecimento da população portuguesa emergem problemas com reflexos relevantes na vida do país:
- diminuição da taxa de natalidade;
- diminuição da população activa;
- diminuição do espírito empreendedor, de inovação e modernização;
- diminuição da produtividade económica;
- aumento do índice de dependência de idosos, o que aumenta os encargos financeiros a suportar pela população activa;
- aumento dos encargos sociais com reformas, pensões e assistência médica;
- dificuldades financeiras para a Segurança Social – o número de contribuintes será menor que o número de beneficiários;
3.4
Quando nos referimos ao duplo envelhecimento, referimo-nos às alterações da estrutura etária de uma população que se traduz numa diminuição da população jovem e num aumento da população idosa. Como para a análise da estrutura etária recorremos às pirâmides etárias, referimo-nos também, neste caso, ao envelhecimento da base ( quando se regista um decréscimo de jovens) e a um envelhecimento no topo ( aumento da proporção de idosos).
4.
4.1.
O Índice de Envelhecimento(IE) corresponde ao número de idosos por 100 jovens. (População com mais de 65 anos / população com menos de 15 anos) * 100
4.2.
O IE em Portugal, tem aumentado de forma contínua e a um ritmo elevado nos últimos anos. Estando em comparação no gráfico dois anos consecutivos, verificamos que de 2004 para 2005 registou-se um aumento do IE, de 109 para 110.
4.3.
4.3.1.
As regiões com maior índice de envelhecimento são as regiões do Alentejo e do Centro
4.3.2.
As regiões com menor índice de envelhecimento são as regiões Norte e regiões Autónomas
4.4.
As regiões que apresentam maiores Índices de Envelhecimento devem esses valores sobretudo à baixa taxa de natalidade e nas áreas mais interiores, aos fluxos migratórios, internos e externos, que subtraem a essas regiões população jovem e em idade fértil.
As regiões de menores Índices de Envelhecimento apresentam significativo dinamismo demográfico, os maiores valores de população em idade fértil, contribuem para o aumento da taxa de natalidade e para a maior proporção de população jovem.
5.
5.1.
A pirâmide etária da população portuguesa há 50 anos, era larga ( população jovem) e o topo era estreito. Hoje, a base da pirâmide etária e estreita e o topo é largo ( maior proporção d e idosos do que jovens).
5.2.
Há 50 anos era uma população Jovem. Hoje é uma população envelhecida.
5.3.
A estrutura etária tem vindo a envelhecer devido à diminuição da taxa de natalidade e ao aumento da esperança média de vida.
5.4.
54% da população refere-se à classe dos adultos dos 25 anos aos 49 anos que são também as idades dos jovens imigrantes.
6.
Portugal de 1950 a 2005 sofreu um claro processo de desenvolvimento com inevitáveis transformações a nível económico com reflexos na distribuição da população pelos sectores de actividade. Diminuiu a população no sector primário, em que a agricultura era a actividade predominante. Isto deveu-se sobretudo ao elevado fluxo migratório a partir da década de 60 e à modernização da agricultura. O crescimento do sector terciário resulta, entre outros factores de:
-melhoria do nível de vida;
-aumento do número de mulheres nos serviços;
-aparecimento de novas actividades;
-expansão do comércio;
-aumento e diversificação do turismo, lazer e cultura
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